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pecus segway ride @ rtp

by SwimmeR on Jan.07, 2008, under Uncategorized

pecus segway ride @ rtp

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20080106 Telejornal

O clip fui que fiz… 3min no iMovie… ;)

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pecus in Publico

by SwimmeR on Jan.03, 2008, under Uncategorized


pecus in Publico
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pecus in Publico

Reportagem sobre a mobilidade das Segways, participação do pecus.

Notícia do PÚBLICO

É um Segway
03.01.2008, Isabel Coutinho
É um novo meio de transporte que não é poluente, não faz barulho, move-se a electricidade e obedece às inclinações do nosso corpo. Inventado por Dean Kamen em 2001, o Segway já se compra em Portugal. Só não está na moda porque tem um problema: o preço. Por Isabel Coutinho

a De repente parece que estão por todo o lado. São usados pelos seguranças nos centros comerciais, pelos polícias na Baixa lisboeta e nas ruas de Matosinhos. Há quem os use para se deslocar de casa para o trabalho em Lisboa, Setúbal, Sines e no Porto, há empresas de tours e há três dias, na noite de fim do ano, os Gato Fedorento apareceram no programa de televisão Diz que é uma Espécie de Réveillon, gravado ao vivo no Pavilhão Atlântico, em cima deles.
Estamos a falar de um novo meio de transporte que é o Segway: duas rodas paralelas com um sistema de auto-equilíbrio. Anda para a frente e para trás à medida que inclinamos o nosso corpo e vira-se para um lado e para o outro com um toque no guiador. Não poluente, movido a electricidade, inventado para andar em zonas pedonais. Tem um inconveniente, o preço - quase sete mil euros.
O Segway, um veículo de transporte pessoal sem qualquer tipo de emissão de poluição, foi criado em segredo por uma equipa liderada por Dean Kamen, o milionário norte-americano que também inventou uma cadeira que sobe escadas e as primeiras bombas portáteis de insulina. Tinha nomes de código - Ginger e The Thing - e na altura só um número restrito de pessoas sabia do projecto. Grandes empresas estavam a trabalhar em componentes para o Segway mas nenhuma sabia para que fim é se destinava o seu trabalho. Até que em 2001, “a coisa” foi apresentada mundialmente à imprensa e no ano seguinte a comercialização começou.
Nos primeiros três anos a Segway americana limitou-se ao mercado interno, só em meados de 2004 é que chegou à Europa (onde o seu sucesso já superou o que tinha na América). Em Portugal está à venda desde 2005 através da empresa Segway Portugal - Urban Mobility, de Ricardo Aleixo (o importador Segway), e existem oito concessionários espalhados pelo país.
O Segway tem uma tecnologia que consiste numa rede de sensores, mecanismos e sistemas de controlo que permitem o seu auto-equilíbrio e deslocar-se em apenas duas rodas. No momento em que alguém sobe para o Segway, cinco giroscópios e duas placas de controlo analisam o terreno e a sua posição 100 vezes por segundo - mais rápido do que o nosso cérebro, explicam os folhetos de promoção.
Quem tem um?
Em Portugal, há jogadores de futebol que têm, há quem tenha a frota completa e a vá actualizando com novos modelos que saem; há quem os utilize dentro de grandes propriedades e quintas. Estão a ser usados em universidades, hospitais e em empresas como a Vodafone, SIVA, Vadeca, Smartadvertising, Tabaqueira, Xerox e Toyota. São usados nos grandes centros comerciais e pela polícia.
Nestes quase três anos de existência a empresa importadora tem tido um crescimento sempre superior a 50 por cento ao ano. Por isso não é de admirar que um destes dias você se cruze num dos passeios das nossas cidades com alguém em cima de um Segway.
Eles andam por aí e o condutor tem sempre um ar divertido, de quem regressou à infância mal colocou os pés em cima desta plataforma ligada por duas rodas. Inclinados para a frente ou para trás (se estiverem a andar em marcha atrás) ou a rodar sobre si próprios, causam sempre espanto a quem os vê e, acreditem, “a coisa” anda mesmo. Desaparecem da nossa vista a uma velocidade razoável e quem os guia não se cansa nem transpira. Só tem que carregar as baterias da máquina ligando-a à electricidade (como os telemóveis) e verificar a pressão dos pneus.
Pedro Custódio, 31 anos, web developer no Sapo, faz cerca de 14 km por dia no seu Segway que usa para fazer o percurso casa-estação em Setúbal. A estação da Fertagus é no centro da cidade e como o estacionamento ali não é fácil, antes de ter um Segway optava muitas vezes por ir de carro até Palmela para apanhar aí o comboio. Agora voltou a utilizar a estação de Setúbal. E quando chega a Lisboa, demora 10 minutos de Segway entre a estação de Entrecampos e o Fórum Picoas, onde trabalha. Pedro Custódio faz isto todos os dias, faça chuva ou faça sol - Patrícia, a sua mulher, acha que “é um bocadinho radical andar de chapéu de chuva e de Segway”, “mas não é difícil”. “O difícil é que as outras pessoas não achem estranho!”
Alexandre Carvalho, 47 anos, empresário, vive no bairro de Benfica, em Lisboa, e faz o percurso até à Av. 5 de Outubro, no centro, onde trabalha: são 5 km que faz entre 18 a 20 minutos, “o que a maior parte das vezes é mais rápido do que ir de carro”. Comprou o Segway este Verão. “É o transporte ideal para Lisboa, uma cidade com imensas subidas e descidas. Entra dentro dos edifícios, arruma-se encostado a uma parede com mais facilidade do que se fosse uma bicicleta. É intuitivo, fácil, ao fim de 10 minutos todas as pessoas andam na máquina”, explica. A primeira sensação, dizemos nós, é de que a máquina anda muito depressa e que vamos desgovernados em cima dela.
Rui Pratas, engenheiro informático, 38 anos, vive em Sines e teve um problema no motor do carro que era a diesel e pensou comprar uma mota. Em 2005, viu na Ovibeja um Segway - “que raio de coisa é aquela?”, pensou. Hoje tem dois Segways porque é mais “giro andar de Segway em grupo”. Em Sines faz entre 12 a 16 km por dia nas deslocações de trabalho, para ele funciona como substituto do carro e da mota que não chegou a comprar. Não consome gasolina, não precisa de revisões, nem de seguro, não faz barulho e andar no Segway dá-lhe muito prazer.
Santiago Ribas, 51 anos, é arquitecto e vive no Porto. A sua vida mudou bastante desde que em Março de 2006 comprou o primeiro Segway. “Sempre me questionei sobre o seu uso na realidade de uma cidade portuguesa. Decidi aprender por mim, e procurar usá-lo o máximo possível. Desde a utilização no metro, no comboio urbano, a entrada em edifícios, o uso de ascensores, escadas rolantes, descida e subida de passeios, enfim existe uma infinidade de dúvidas, que fui desfazendo com o decorrer do tempo”, explica. No seu dia-a-dia, tira o máximo partido do Segway, faz uma média de 500 km mensais em deslocações urbanas. O recurso ao automóvel fica reduzido ao mínimo indispensável. Por isso a compra do segundo Segway foi quase imediata (o que parece acontecer com todos os utilizadores com quem conversámos) - Santiago queria que a mulher Marisa também pudesse usar. “A minha mulher usa-o para ir para o trabalho em Matosinhos”, 12 km que faz em 30 minutos, sem usar o metro. No início, Santiago percebeu que, como não usavam o carro, os dois poupavam cerca de mil euros por ano, mas perceberam também que o Segway lhes trouxe qualidade de vida e maior contacto com as pessoas por quem passam na rua. “Lá vai ele”, “isto dava-me jeito”, “olha o Continente aqui na rua” (o aparelho é usado pelos seguranças dos centros comerciais Sonae) e “quanto custa isso?” são as frases que lhe lançam com mais frequência. O Segway é um desbloqueador de conversa.
O sonho de Ricardo
Ricardo Aleixo tinha o sonho de trazer os Segway para Portugal e hoje é o dono da empresa importadora Urban Mobility. Mas até a sua proposta ser aceite pela Segway americana foi difícil. Se não fosse persistente, não tinha conseguido.
A determinada altura Ricardo Aleixo enviava para a sede da empresa, no New Hampshire, o mesmo fax todas as semanas. Nunca obtinha resposta. Mas voltava a enviá-lo. Até que um dia esse fax chegou à pessoa certa e o seu sonho concretizou-se. “O projecto que nós apresentámos à Segway em 2004 foi para iniciação de uma empresa que iria dedicar-se única e exclusivamente à comercialização do Segway. O contrato foi fechado em 2005, constituímos a empresa e começámos a receber os primeiros equipamentos. É uma sociedade por quotas onde tenho como sócia não-gerente a minha irmã, Cristina Aleixo”, explica.
Ricardo Aleixo nunca esperou que fosse fácil a comercialização de um produto para maiores de 16 anos que na versão mais económica custa 6.880 euros. Não é um produto de massas mas tem o seu lugar no mercado. “Onde não é caro, o seu custo vai ser diluído no aumento da produtividade e da eficiência das pessoas que o utilizam no seu trabalho no dia-a-dia”, acredita o empresário de 32 anos. Aleixo está também ligado à produção e comercialização de vinhos na região da Bairrada, Anadia, um negócio familiar onde está há 11 anos. Nessa altura teve que optar: continuar a estudar, estava no segundo ano de Economia, ou ampliar a empresa. Optou pelos vinhos. “Serei capaz de criar uma empresa de raiz por mim próprio, criar o meu primeiro cliente e aumentá-la degrau a degrau?”, perguntou a si próprio.
Depois, feita a opção pelo vinho, quando a invenção do Segway foi divulgada, Ricardo Aleixo achou que era um produto que a médio e longo prazo tinha o seu lugar na sociedade portuguesa. Foi nessa altura, 2001, que tentou contactar a Segway nos EUA - sem sucesso. Mas não desistiu, foi acompanhando as notícias da Segway e no momento em que viu o primeiro país fora dos Estados Unidos a receber a representação da Segway, a Itália, achou que tinha que voltar a tentar. A primeira vez que andou de Segway foi em Parma, Itália,
em 2004.
O prazer de andar
“Ando há dois anos e meio regularmente de Segway e o prazer nunca acaba. Renova-se de cada vez que estamos em cima do equipamento”, diz Ricardo Aleixo. Ainda hoje a passar na rua o Segway desperta todas as atenções, mas não é assim que se vendem as máquinas, diz. Participaram em feiras e exposições, e se as reacções no princípio eram do tipo “mas para que é que eu preciso de um Segway?” hoje as pessoas “vêem as vantagens”. Na segurança e no policiamento, nos campos de golfe e nas cidades por causa dos problemas de estacionamento. “O Segway leva-nos porta a porta, da nossa casa até ao nosso trabalho. Porque tem a capacidade de não ocupar mais espaço do que uma pessoa, pode entrar dentro de elevadores.” Desloca-se nas áreas pedonais e sobe degraus sem a pessoa em cima porque, apesar de pesar quase 50 quilos, se o inclinarmos para a frente a roda sobe o degrau.
“A vantagem do Segway é que redescobrimos a cidade e como não nos cansa a andar e atinge velocidades de uma pessoa a correr (20 km por hora) vamos por sítios que se calhar não faríamos a pé”, continua Ricardo Aleixo.
Os seus primeiros clientes eram pessoas “muito bem informadas” e interessadas pelas novas tecnologias. A seguir veio a área de segurança, vigilância e policiamento, onde a empresa tem uma quota significativa de mercado. Era necessário testar as máquinas no terreno e o primeiro grupo a contactá-los foi a Sonae Sierra. No Centro Colombo, de Lisboa, foi feito o estudo para implementação de Segways, é um case study. “Em termos de unidades de equipamentos de mobilidade dentro dos centros comerciais portugueses consideramo-nos líderes de mercado”, diz Ricardo Aleixo. A máquina tem a capacidade de se adaptar ao meio onde se movimenta, dentro do centro comercial no meio de muita gente ou no parque de estacionamento vazio. E assim, conclui, aumenta a produtividade dos funcionários, as rondas fazem-se em menos tempo por isso fazem-se mais (três a quatro vezes) e o segurança fica mais visível (por mais baixo que seja, qualquer segurança parece alto no Segway) e fazem turnos de 10 a 15 horas sem precisar de carregar. Também há polícias municipais que já os estão a utilizar: Matosinhos, Paredes, Lisboa (neste caso oferta da Agência para a Promoção da Baixa Chiado). Algumas autarquias, como a Vila Nova da Barquinha, utilizam mas sem ser para policiamento,
e Almada utiliza-os no Parque
da Paz.
Ricardo Aleixo, por questões de confidencialidade impostas pela Segway americana, não divulga o número de veículos vendidos, nem sequer uma média. Mas o volume de vendas da sua empresa Urban Mobility, de acordo com informações comerciais disponíveis no mercado, foi de 440 mil euros em 2006.
E, como todo o bom negócio em expansão, já há tours Segway, passeios turísticos que fazem em cima da máquina com um guia que explica a cidade e os seus monumentos. Já há empresas no Porto, Chaves, Fátima, Cascais e Sintra. Vão surgir em Lisboa - na parte histórica -, no Parque das Nações e em Belém.
Os clientes portugueses têm idade média de 40 a 50 anos e são, por enquanto, mais homens do que mulheres. Mas como passear de Segway sozinho não tem a mesma piada do que acompanhado, as famílias que têm um acabam por comprar mais.
O Segway de última geração (saiu em Agosto 2006) funciona com um comando à distância (antigamente tinha uma chave), tem um alarme e se alguém o tocar acciona um sinal sonoro e ao mesmo tempo bloqueia as rodas.
O modelo mais comercializado em Portugal é o i2 Base. Pesa 47,7 kg, tem 63×63 cm de dimensão e custa 5.770 euros (mais IVA). Mas este não traz acessórios como mochila, cadeado ou tapete que estão no modelo i2 commuter apropriado para uso urbano (6.280 euros mais IVA). Há outros modelos, alguns para uso fora da estrada, como lama e areia. As diferentes versões variam em acessórios. O i2 Police é o usado pela nossa polícia. E também há Segways especiais para golfe, com pneu próprio para não danificar a relva e com acessório para o saco de golfe. É aliás esta a aposta da empresa para 2008: o mundo do golfe.
Cidades reveladas
Após a visita de várias cidades portuguesas (por motivos relacionados com o seu site 360portugal.com e com a captação de fotografias 360°), o arquitecto Santiago Ribas decidiu criar percursos turísticos em Segway. “Uma nova forma de percorrer um centro histórico, de um modo muito mais eficaz que qualquer outro método tradicional”, afirma.
O único inconveniente não está no Segway, mas no estado dos centros históricos das cidades. “Nem todos os projectistas, e nem todos os autarcas têm uma visão realista da importância da utilização de um centro histórico, e sua repercussão na captação de visitas turísticas”.
“Quando há verbas para a requalificação urbana, ela é projectada por arquitectos mais preocupados com modas passageiras do que com o design inteligente, e demonstram não fazerem a mínima ideia do universo prático que é uma praça, passeio, ou peça de equipamento urbano”, diz o arquitecto. “Depois há um desrespeito caótico por parte dos automobilistas, e ausência de fiscalização em relação ao estacionamento em cima de passeios ou em ruas de uso pedestre.”
Por isso, como criador de percursos de Segway, Santiago Ribas teve que abdicar de passeios no centro histórico do Porto e procurar alternativas. “Fui desenvolvendo percursos em cidades mais amigas do ambiente, com ciclovias e vias pedestres bem concebidas; Póvoa de Varzim-Vila do Conde; Ponte de Lima-Bertiandos e Viana do Castelo são exemplos destes percursos alternativos (www.segportoway.com).
Foi através dos passeios que o arquitecto Santiago Ribas organiza no Porto que Pedro Custódio experimentou pela primeira vez um Segway. “A frase que eu devo ter dito mais vezes durante o percurso foi: “Estou a sentir-me demasiado confortável com isto.” Passado 15 minutos de estarmos a andar esquecemo-nos completamente que estamos em cima daquilo. Como não tem comandos e é um aparelho que se controla através do nosso próprio movimento, temos a sensação de que aquilo acaba por ser um prolongamento de nós próprios, é como usar um relógio”, diz Pedro Custódio. “Não nos lembramos que está lá até precisarmos dele.”
Quando mostrou o Segway pela primeira vez à família, o avô de Pedro Custódio, que tem 83 anos, teve um AVC e tem problemas de mobilidade, também quis experimentar. Subiu e adaptou-se imediatamente. “Eu estava a segurar a máquina e ele começou a dizer “larga, larga”, mas como eu não largava começou-se a irritar. Num sítio mais plano da quinta lá acabou por andar sozinho.”
Andar de Segway, diz, revelou-lhe a cidade. “Passei a olhar para os nossos passeios de forma diferente e a deparar-me com problemas. Há coisas disparatadas, como a estação de comboios de Setúbal que tem rampas para deficientes mas depois o comboio está a 25 cm acima da plataforma.”
Antes do Segway, Pedro Custódio tinha tentado a bicicleta para ir para o trabalho. Mas não há condições, diz. Nos comboios, há limites horários para levar bicicletas, depois é difícil estacioná-las. “O Segway desligado não é mais do que uma mala de viagem.” Pedro tem dois amigos em Copenhaga que têm balneário na empresa onde podem trocar de roupa quando chegam de bicicleta. “Se viesse de casa para aqui de bicicleta chegava cansado e transpirado”, diz Alexandre Carvalho, que vai de Segway para a 5 de Outubro. Também este empresário está a redescobrir a cidade, os passeios que não estão rebaixados, os carros em cima dos passeios. “Imagino a dificuldade que não será andar com uma cadeira de rodas.”
Com um euro de electricidade, o Segway anda 500 km. Alexandre Carvalho costuma tê-lo sempre ligado à corrente e com uma hora de carga faz mais de 20 km; o aparelho tem uma autonomia de 38 km, o que é bastante. Um percurso que a pé se faz em 30 minutos, de Segway faz-se em 10, um terço do tempo.
Os utilizadores parecem ter muitas coisas em comum. Todos falam em prazer, em poupança, em redescobrir as cidades, em interagir com mais pessoas e que isto é o futuro. E, claro, falam no ambiente. É isso que lhes dá ânimo para, mesmo em dias de mau tempo, irem trabalhar de Segway. Um dos fãs da nova máquina, Santiago Ribas, diz convicto: “O futuro do nosso planeta está nas nossas mãos.” Conseguirá o Segway expulsar os carros do centro das cidades?

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